ITSOS
ITSM · ITAM · CMDB numa base só

O chamado já nasce sabendo de qual máquina ele fala.

E nasce triado, com a causa provável escrita e as medições a fazer. O técnico age no equipamento sem trocar de ferramenta.

Ver rodando no seu parque

Por que este produto existe

Cinco ferramentas. Ou um sistema.

A arquitetura de referência do mercado divide o ciclo de vida do ativo de TI em cinco fases e entrega cada uma a um produto diferente: cinco contratos, cinco agentes na mesma máquina, cinco bases que não se falam. O InvenTI atravessa esse ciclo como um sistema só, porque as cinco fases são a mesma entidade em momentos diferentes.

Analista de suporte atendendo com headset, dois monitores com painéis de operação de TI
ambientação · as capturas reais estão abaixo

A mesma matriz do mercado, com uma coluna a menos

Cada junta entre duas ferramentas é um lugar onde o dado diverge em silêncio. Abaixo, o que o mercado entrega em cinco contratos e onde o InvenTI responde sozinho.

Fase do ativoArquitetura de mercadoCom o InvenTIEstado
1 · Aquisição e financeiro ERP (TOTVS · SAP · Senior) O ERP continua. O InvenTI lê a NF-e, deprecia, rateia e dá baixa. parcial
2 · Estoque e mapeamento Snipe-IT · GLPI · ServiceNow InvenTI — custódia, termo, QR, CMDB e serviço. completo
3 · Implantação de sistema DISM · Sysprep · unattend ITSOS WIM Suite — outro produto da casa. O InvenTI responde qual imagem está em qual máquina. no ecossistema
4 · Configuração contínua Intune · NinjaOne InvenTI — campanha, catálogo, políticas, MDM e elevação. completo
5 · Manutenção e suporte BeyondTrust · ScreenConnect · AnyDesk InvenTI — remoto gravado e ligado ao chamado. completo

⚠ A fase 3 é de outro produto da casa, e está escrito assim de propósito: são dois produtos. Dizer «um só» venderia melhor e seria falso na primeira pergunta técnica.

Quatro disciplinas, no mesmo registro

ITAM — como os ativos são governados

Do tombamento ao descarte, com o dinheiro junto: patrimônio, garantia, depreciação, rateio por centro de custo, termo com aceite e licença que volta na devolução.

ITSM — como os serviços são geridos

Incidente, requisição, problema e mudança, com prazo carimbado no nascimento do chamado, aprovação com alçada e verba, e a evidência dentro do próprio chamado.

ITOM — como a tecnologia é operada

O que o inventário sozinho não responde: telemetria contínua por endpoint (série, não retrato), disponibilidade e tendência, eventos deduplicados e auto-reparo com desfazer.

O produto, medido

Cada número sai de uma medição do produto vivo e é reconferido automaticamente: a peça que afirmar número que o código contradiz reprova na bateria. É por isso que ela pode ser mostrada.

950

caminhos REST distintos

a régua: /ativos/{id} conta uma vez, servindo GET e PUT. Contando cada método são 1.087 operações.

168

tabelas no modelo

tabelas reais do banco, conferidas contra o modelo.

123

telas do portal

telas navegáveis; os 80 componentes de UI são contados à parte.

348

baterias de medição

não são testes de unidade — ver abaixo.

A última é a que sustenta as outras. Não são testes de unidade: são baterias que medem o comportamento do produto vivo, cada uma com controle negativo — isto é, cada bateria prova que ela mesma reprovaria se a proteção que ela mede fosse removida. Medição sem controle negativo aprova até o que foi apagado.

O que este produto não é — escrito aqui porque peça que só tem virtude não é avaliada:

  • não substitui o ERP na contabilidade: lê a nota e devolve o ativo com custo, não fecha balanço;
  • a implantação de sistema é do ITSOS WIM Suite — produto irmão, contrato próprio;
  • o concorrente nacional mais completo é forte de verdade em atendimento e RMM. A diferença não é qualidade: é categoria. Ele opera o chamado; o InvenTI governa o ciclo de vida do ativo que produz o chamado.
As lacunas que ninguém assina

O parque que ninguém consegue provar.

Em quase toda empresa, a TI se sustenta em memória, planilha e boa vontade. Funciona — até alguém perguntar quem fez, quando, em qual máquina e com a autorização de quem. Estas são as oito lacunas que o InvenTI fecha.

Mesa de trabalho com teclado e equipamentos — a estação que o inventário precisa enxergar

O inventário em que ninguém confia

Hoje: o número do sistema não bate com o que está nas mesas, e cada auditoria vira mutirão.

Com o InvenTI: o agente reporta hardware, software e quem usa a máquina — presença em ~20 s, inventário completo a cada ~30 min —, e a nota fiscal é teto: não nasce patrimônio além do que foi comprado.

A planilha que manda no patrimônio

Hoje: a planilha nasce velha, tem três versões e nenhuma trilha de quem mudou o quê.

Com o InvenTI: patrimônio, custo, garantia e custódia saem do documento fiscal e da própria máquina — e cada mudança tem autor e data.

A máquina nova que chega sem padrão

Hoje: cada técnico configura de um jeito, o notebook leva meio dia e o colaborador espera sem saber até quando.

Com o InvenTI: o perfil de provisionamento é o molde — nome, aplicativos, domínio, conta local, papel de parede e perfil — e fica no servidor. Com o ativo aprovado, o agente aplica esse molde na máquina e a pessoa acompanha pelo portal.

O ingresso no domínio com senha de admin circulando

Hoje: a conta de administrador do domínio viaja num papel, num chat ou na memória do técnico — e fica por lá.

Com o InvenTI: dois caminhos, nenhum com senha de administrador na máquina: uma conta de serviço gerenciada pelo próprio AD, ou a conta da própria pessoa, já pré-criada.

O acesso remoto sem consentimento nem trilha

Hoje: a ferramenta abre a tela do usuário e não sobra registro de quem viu o quê.

Com o InvenTI: o pedido aparece na tela da pessoa — inclusive com a estação bloqueada —, com a ação privilegiada anunciada e prazo. Ela permite ou recusa, e a sessão entra na trilha.

O chamado sem o contexto do ativo

Hoje: a primeira metade do atendimento é descobrir de qual máquina se está falando.

Com o InvenTI: o chamado nasce sobre o ativo — patrimônio, garantia, postura e histórico na mesma tela — e já triado, com a causa provável escrita.

A auditoria que não prova o que não aconteceu

Hoje: o log mostra o que rodou. Ninguém consegue mostrar o que foi pedido e negado — nem por quê.

Com o InvenTI: toda ação e toda recusa deixam registro: quem pediu, quem aprovou ou negou, o que rodou na máquina e com que resultado.

O MSP que mistura os clientes

Hoje: um filtro esquecido na tela, e o técnico de um cliente enxerga o parque do outro.

Com o InvenTI: a fronteira entre clientes é aplicada no servidor, na camada de dados — não depende de a tela lembrar de filtrar.

⚠ Limites, na mesma página: o agente próprio cobre Windows e Linux — macOS ainda não. O ingresso pela conta de serviço exige preparo no AD do cliente (delegação nas unidades organizacionais e um servidor membro rodando o conector). O tempo de ~20 s é de presença; o inventário completo é a cada ~30 min.

O nível de auditoria

Toda ação deixa rastro. Toda recusa também.

Governança não é um relatório montado no fim do mês: é o produto recusar o que não foi autorizado — e registrar a recusa. Seis garantias que valem em todas as telas.

Corredor de racks de servidores num data center

Trilha de tudo, inclusive do que não aconteceu

Cada ação na máquina registra quem pediu, quem aprovou, o que rodou e o resultado. O pedido negado, a ação bloqueada e o consentimento recusado entram na mesma trilha — é assim que se prova o que não foi feito.

Aprovação por alçada

A matriz de alçada cruza valor, centro de custo e categoria e decide quem autoriza. É regra da empresa, num lugar só — não uma cópia por item de catálogo que diverge no dia em que a diretoria muda uma faixa.

Verbos homologados, nunca comando livre

O agente só executa ações de uma lista homologada, cada uma com o selo de risco antes do clique. Não existe caixa de texto que mande um comando qualquer para a frota — e o alvo é sempre explícito: não há «a frota toda» implícito.

LGPD por construção

RIPD e LIA saem do estado real do produto, não de um modelo preenchido à mão. Campo com dado pessoal é marcado na tela, com a finalidade, quem vê e quando some.

Agente íntegro, frota atualizada em anéis

O pacote do agente leva a configuração assinada; a atualização vem só do próprio servidor e é conferida antes de instalar. A frota atualiza em anéis — primeiro poucas máquinas, depois o resto —, e a trilha diz qual máquina está em qual versão.

Fronteira por cliente na camada de dados

Para quem atende vários clientes, cada um é uma fronteira aplicada no servidor, na consulta — não um filtro de tela. O técnico vê o parque que o perfil dele alcança, e a tela só explica o escopo.

⚠ Limite declarado: a configuração vai assinada no pacote — dizer «verificada pelo agente» seria afirmar mais do que o produto faz hoje. E o como de cada garantia (protocolo, formato, modelo de dados) é conversa pós-NDA.

Um gerenciador de TI, não um módulo

Oito problemas que hoje custam caro — num portal só.

Cada um deles é resolvido hoje por uma ferramenta diferente, por uma planilha, ou por ninguém. É a soma que faz a conta: não o recurso isolado, mas o fato de o mesmo registro atravessar todos eles sem ser redigitado.

01

Instalar e configurar sem ir até a máquina

A dor: cada instalação é um técnico, uma senha de administrador e um registro que ninguém faz.

Campanhas de instalação e scripts saem do portal para a frota, com catálogo de aplicativos homologados, elevação temporária quando alguém precisa instalar algo, e a trilha de quem pediu, quem aprovou e o que aconteceu na máquina.

02

Máquina nova que já nasce configurada para o setor

A dor: notebook novo leva meio dia de configuração manual, e cada técnico configura de um jeito.

Perfis de configuração por setor e por papel — o financeiro recebe o que o financeiro usa, o chão de fábrica recebe outro conjunto. Com ingresso no domínio e o agente já dentro da imagem, a máquina entra no inventário no primeiro logon.

03

Software que ninguém homologou, rodando na sua rede

A dor: você descobre o programa não autorizado quando ele já é problema — jurídico, de licença ou de segurança.

O inventário compara o que está instalado com o que foi homologado e acusa o que está fora: jogo, torrent, VPN não corporativa, minerador, software sem licença. Cada achado tem gravidade, notifica o time e pode virar ação na máquina.

04

A máquina que está morrendo e ninguém percebeu

A dor: a falha aparece como chamado do usuário — depois que ele já perdeu meio dia de trabalho.

Saúde do parque medida em série, não em retrato: disco, bateria, memória, temperatura e tela azul acompanhados ao longo do tempo. E o auto-reparo resolve sozinho o que é de primeiro nível — com passo reversível e desfazer, porque automação sem volta é automação que ninguém liga.

05

Atualização do Windows: ou atrasa, ou derruba a frota

A dor: aplicar em todo mundo de uma vez é risco; não aplicar é auditoria reprovada.

A distribuição sai em anel canário: um grupo pequeno primeiro, com janela mínima de maturação que a política não consegue reduzir, e promoção só depois que as máquinas sobreviveram — porque comando que termina não é máquina que sobreviveu.

06

Acesso remoto sem rastro e sem consentimento

A dor: a ferramenta de suporte é a porta mais poderosa da empresa, e a que menos gera evidência.

Sessão ligada ao chamado que a motivou, gravada, com consentimento do usuário — e o modo assistido funciona até na tela de logon, que é justamente quando o usuário não consegue entrar para pedir ajuda. Quem entrou, quando e por quê fica na trilha.

07

Da nota fiscal ao descarte, sem perder o rastro

A dor: o ativo aparece na contabilidade e some do mundo real — ou o contrário.

A NF-e entra por XML e vira patrimônio com custo, garantia e centro de custo. Daí em diante: termo de responsabilidade assinado, movimentação, remessa rastreada com notificação, manutenção, RMA — até o descarte com certificado ou a doação, com o método de sanitização registrado.

08

Quanto aquele equipamento realmente custou

A dor: quase ninguém sabe. O preço de compra está no ERP; o resto — peça, insumo, upgrade, hora de suporte — não está em lugar nenhum.

O produto guarda a configuração como comprada (da nota) e a compara com o hardware vivo que o agente reporta: é assim que ele sabe que aquela máquina ganhou memória ou um SSD, e quanto isso custou. Somado a peças, insumos, manutenções e ao custo do episódio de troca, o resultado é a pergunta que a diretoria faz e ninguém responde: qual modelo de notebook está me custando dinheiro?

O que ainda não é verdade — e está aqui porque a lista acima só vale se esta existir:

  • Suprimir uma atualização por modelo de equipamento ainda não está no produto — está especificado, e o estudo que a originou mudou o desenho: no caso real que a motivou (câmera com imagem roxa em dois modelos de notebook), o vilão não era a atualização do Windows, e sim a versão do driver gráfico. Bloquear a cumulativa teria trocado a câmera por buracos de segurança — e provavelmente nem resolveria, porque o driver chega por outro canal. Por isso o alvo da supressão será {atualização, versão de driver} por escopo — frota, modelo, número de série ou grupo —, com prazo de validade e revisão. Um inventário sabe o modelo; uma ferramenta genérica de patch só sabe bloquear para todo mundo.
  • O agente próprio cobre Windows e Linux; Android entra pelo MDM. macOS ainda não tem agente.
  • Alcançar máquina fora da rede depende de um endereço público configurado — é escolha de infraestrutura, e sem ela o agente só enxerga o servidor de dentro.

Ver rodando no seu parque Ver os módulos um a um

O que roda dentro da máquina

O agente não é um coletor.

A maioria dos inventários instala um programa que só envia dados. Este atende o usuário antes de o chamado existir — e quando o chamado existe, ele já nasce com o diagnóstico dentro.

09

Loja de aplicativos homologados, na bandeja

A dor: pedir um programa vira chamado, espera e um técnico com senha de administrador.

O usuário abre a loja na própria máquina e instala o que a empresa homologou — com aprovação quando a política exige e o posto de licença reservado na hora, que volta sozinho quando o equipamento é devolvido. Funciona no Windows e no Linux.

10

Abrir chamado sem sair da máquina

A dor: o usuário precisa achar o portal, lembrar a senha e descrever o equipamento que ele não sabe nomear.

O chamado nasce da bandeja, pelo catálogo de serviços — e já vem com a máquina identificada: série, modelo, garantia e histórico entram sozinhos. O técnico recebe um chamado que não precisa de três mensagens para começar.

11

Guia de solução antes de virar chamado

A dor: metade da fila é problema pequeno que o próprio usuário resolveria — se soubesse como.

A triagem guiada pergunta o que importa e conduz ao passo seguinte, com o desfecho registrado. Se resolveu, não virou chamado; se não resolveu, o chamado abre com tudo o que já foi tentado escrito dentro, em vez de começar do zero.

12

Driver, software e hardware: detectar e reparar sozinho

A dor: fora do horário, em outro fuso ou em viagem, não há técnico — e o problema espera até segunda.

O agente reconhece falhas conhecidas de primeiro nível e executa o reparo com passo reversível e desfazer. Quando ele resolve, o chamado que abriria não abre; quando não resolve, ele abre o chamado com o que tentou e por que parou.

Por que o atendimento encurta

O relógio de um chamado quase nunca está contando trabalho técnico. Ele conta espera — e é a espera que este produto ataca, uma a uma.

  1. Espera para alguém olhar. Morre quando o problema conhecido é resolvido antes de virar chamado: guia de solução na bandeja, configuração e script já curados, e o auto-reparo agindo sozinho. O chamado que não abre não espera.
  2. Espera pela aprovação. Costuma ser a maior fatia e ninguém a mede. Aqui o pedido vai atrás do aprovador — notificação no canal que ele já usa e no agente — e a decisão é tomada por link, sem abrir o portal nem lembrar senha. Alçada por valor e centro de custo decide sozinha o que não precisa de gente.
  3. Espera pela licença. O posto é reservado no momento do pedido, não depois que alguém confere a planilha — e volta sozinho quando o equipamento é devolvido. Some o «aguardando liberação de licença» que costuma parar um chamado por dias.
  4. Espera para agendar com o técnico. Instalação, configuração e correção saem do portal para a máquina, pelo agente. Não há janela para marcar, nem senha de administrador para entregar.
  5. Espera para o técnico entender o caso. O chamado nasce com a máquina identificada e com o que já foi tentado escrito dentro. E, quando é preciso olhar ao vivo, o acesso remoto abre de dentro do chamado — inclusive na tela de logon, que é quando o usuário não consegue nem entrar para pedir ajuda.

O efeito não é «o técnico correr mais». É o primeiro nível — e boa parte do segundo — deixar de precisar de gente para acontecer. O que sobra para a pessoa é o caso que realmente exige julgamento.

⚠ E mesmo assim não publicamos um percentual de redução de SLA. Quanto cada espera pesa depende do seu parque, da sua fila e de quem aprova o quê — e ninguém mediu isso no seu contexto. Com o produto rodando, o próprio painel mostra o antes e o depois, com a régua à vista. Número de redução que chega pronto na apresentação é número que veio do parque de outra empresa.

O que quase nenhum concorrente tem inteiro

Quatro coisas raras — e por que são raras.

Recurso que todo mundo tem não decide compra. Estes quatro decidem, e cada um é raro por um motivo técnico concreto — não porque ninguém pensou nele.

o mais raro

Atender a máquina bloqueada — com permissão pedida ali mesmo

A dor: o usuário não consegue entrar, e é exatamente aí que ele mais precisa de ajuda — mas a ferramenta de suporte precisa dele logado.

São três capacidades diferentes, e o mercado costuma ter uma ou duas:

  • Capturar a máquina bloqueada — vários fazem.
  • Pedir consentimento na própria tela de bloqueio — raro: a maioria não tem onde desenhar a pergunta.
  • Atender sem usuário logado — comum exigir sessão ativa.

A medição: o serviço nasce na estação do Winlogon e entrega 54 quadros — contra 0 quando nasce na estação comum. A diferença não é ajuste: é onde o processo nasce.

dinheiro

O reparo que já passou do que a máquina vale

A dor: cada conserto é aprovado sozinho, e ninguém soma. O equipamento consome duas vezes o próprio valor sem que apareça em lugar nenhum.

O custo de reparo é acumulado ao longo da vida do ativo, e o produto avisa quando o acumulado passa uma fração do valor de compra dentro de uma janela. Não é uma nota de reparo: é a conta que ninguém estava fazendo.

decisão

Trocar ou consertar — com a conta na tela

A dor: a decisão é tomada por impressão, e defendida depois com uma planilha feita para justificar o que já foi decidido.

A projeção compara o custo de consertar com o de trocar, usando o histórico daquele equipamento e o que ele ainda vale. Quem decide vê a conta antes, e ela fica registrada com o desfecho.

conformidade

LGPD que sai do produto, não de um documento paralelo

A dor: a política vive num arquivo que alguém escreveu uma vez, e o sistema faz outra coisa desde então.

Os artefatos que a auditoria pede — a avaliação de legítimo interesse e o relatório de impacto — são gerados a partir do estado real do produto: o que é coletado, por quanto tempo e com qual base. Mudou a configuração, muda o documento.

⚠ O limite do primeiro item, dito aqui e não na terceira reunião: a medição escrita foi feita em máquina virtual. O comportamento em notebook físico bloqueado ainda não está registrado com data e evidência — e, enquanto não estiver, esta página não afirma que está. Teste não escrito e teste não feito são indistinguíveis de fora.

A queixa mais repetida do mercado

“O número aparece. Ninguém consegue abrir.”

A fila mostra, lado a lado, o que é seu e o que é de toda a operação — com a contagem vinda do servidor e a linha «sem responsável em toda a operação», que é justamente onde mora o chamado que ninguém está vendo.

Equipe de operação de TI diante do painel de indicadores na parede
Fila da Central de Serviços com filtros e contagens
Painel de entrada do InvenTI

Clique para ampliar. Telas reais da v0.080, capturadas em 26/09.

  • Cada opção de filtro traz quantos chamados existem nela — contados no servidor, não na página aberta. Um contador que mede a página e é lido como a fila faz planejar o dia com o número errado.
  • Filtros de marcação múltipla, e duas opções que faltavam: “sem fila” e “sem responsável”.
  • O endereço da página carrega o filtro: manda-se o link em vez de descrever sete cliques por telefone.
Automação, com precisão

O chamado nasce já triado.

Chamado com triagem automática e causa provável
  • Lê a queixa, reconhece o sintoma, diz a causa provável e lista exatamente quais medições fazer — antes de qualquer técnico abrir o chamado.
  • Treze quadros de sintoma: rede instável, disco cheio, lentidão, aplicativo travando, impressão, tela azul, áudio, câmera, driver, VPN, acesso, periférico USB e bateria.
  • Recusa-se a chutar: quando falta medição, declara o que ainda não foi medido e diz quais dois comandos de leitura resolvem a dúvida.
  • Só recomenda o que sabe executar: toda recomendação aponta para um comando homologado do catálogo. Recomendação que não vira botão é conselho, não produto.

não é IA generativa · determinística, com confiança mínima declarada

Distribuição

A tela diz por que o chamado foi para aquela pessoa.

“Atribuído a Rafael Nogueira — fora do expediente — plantão de todos os níveis.” Distribuição que não sabe explicar a escolha é a primeira que o time desliga.

Chamado com o motivo da distribuição automática declarado na tela
  • Quatro modos: rodízio justo, menor carga, perícia casada com a habilidade do técnico, responsável fixo — ou fila pura, quando puxar funciona melhor que empurrar.
  • Nunca deixa o chamado órfão: se ninguém tem a perícia ou todos estão no teto, ele fica na fila com o motivo escrito — em vez de cair no colo de quem não deveria.
  • O prazo é carimbado no nascimento. Mudar o catálogo depois não reescreve a promessa feita a quem já abriu.
O que separa isto de um ITSM

Do chamado, o técnico age na máquina do solicitante.

Aba de ações na máquina, com selo de risco por botão
Ações bloqueadas com o motivo declarado e a esteira de provisionamento
  • Sessão remota, instalar aplicativo homologado, rodar script do catálogo, coletar diagnóstico — sem trocar de ferramenta.
  • Cada botão diz o risco antes do clique — baixo, médio, alto, variável — e ⚖️ quando passa pela cadeia de alçada.
  • Quando a ação não está disponível, a tela diz por quê — “licença vencida”, “nenhum agente instalado neste ativo” — em vez de mostrar risco para um botão que ninguém pode apertar.

do chamado à instalação: catálogo → aprovação → assento → instalação → verificação

Governança

O desfecho vem com a conta que o justifica.

“Orçamento R$ 3.100 contra R$ 4.200 de reposição = 73,8%. Acima do limite de reparo.” A decisão fica escrita ao lado do que a produziu.

Mãos abrindo um notebook com chave de precisão para trocar uma peça
Histórico auditado do chamado, com o desfecho e a conta
  • “As 2 etapas auditadas deste chamado conferem · 1 fora da cadeia” — a trilha diz também o que não confere.
  • O RMA nasce do chamado, e a avaria fica registrada no episódio.
  • Filtro de andamentos: tudo · o que o solicitante vê · só notas internas.
Nada começa sem o usuário autorizar

O consentimento, e o ingresso no domínio.

O pedido chega na tela de bloqueio, diz quem pede, o que pede e por quê — com ação privilegiada anunciada e um relógio correndo. E o ingresso no domínio acontece ali mesmo, sem técnico na frente.

Pedido de aprovação na tela de bloqueio, com ação privilegiada e contador
Configuração do ingresso no domínio, com as unidades permitidas e os dois modos de entrada; trechos redigidos
  • O selo de ação privilegiada e o contador são o que prova consentimento informado — não basta um “permitir” genérico.
  • Na tela de bloqueio, com a máquina travada e ninguém logado — não só na tela de logon.
  • A senha de rede é digitada pelo próprio usuário no endpoint, no diálogo do Windows, e nunca passa pelo servidor.
  • Sem técnico na frente e sem estar na rede corporativa: a máquina se registra no domínio a partir da tela de logon.

O que autoriza — e o que recusa — um equipamento a entrar nessa esteira é apresentado na demonstração, sob acordo de sigilo. Aqui aparece o diálogo e o que ele produz.

Zero-touch para o ativo aprovado, do Windows recém-instalado ao logon

O agente prepara a máquina nova com o perfil aprovado no servidor — e ninguém precisou da senha de administrador.

O perfil de provisionamento é o molde da máquina entregue, e ele fica no servidor. A TI cadastra e aprova o ativo antes; no Windows recém-instalado, o agente InvenTI se identifica, o servidor confere que o equipamento é conhecido, aprovado e não consta como extraviado, e só então o agente aplica o perfil. Máquina desconhecida ou sem aprovação não recebe perfil: a tentativa fica registrada e espera a decisão da TI. O colaborador acompanha pelo portal, e a TI vê cada máquina na esteira, com prazo.

Colaboradores trabalhando em notebooks — cada máquina chega pronta, com o perfil aprovado
  • Nome no padrão da empresa, aplicativos essenciais e os do papel da pessoa, conta local e limpeza do que não deve ficar.
  • Papel de parede e configurações do perfil valendo para a máquina inteira, conferidos pelo conteúdo do arquivo — não pelo nome.
  • Dois jeitos de entrar no domínio, nenhum com senha de administrador na máquina: uma conta de serviço gerenciada pelo próprio AD — sem ninguém digitar senha, inclusive em home office ou 4G — ou a conta da própria pessoa, pré-criada, e a tela de logon já mostra quem vai usar a máquina. Sem autologon, sem senha guardada.
  • A imagem do Windows já leva o agente: a máquina reinstalada reencontra o servidor e é reconhecida pelo patrimônio; o perfil volta a ser aplicado quando a TI aprova a nova jornada — e o catálogo diz de qual imagem cada máquina veio.
  • No primeiro logon de domínio o equipamento é testado, e o resultado vai para a ficha do ativo.
  • O colaborador acompanha pelo portal em que fase está a máquina dele, com o motivo, o chamado e a troca de equipamento — sem ligar para a TI.
Tela do agente InvenTI provisionando a máquina: cinco etapas concluídas, aplicativos do perfil em andamento, 5 de 7 etapas
Portal do colaborador acompanhando o provisionamento da máquina em quatro fases, com o contador de etapas
Tela de perfis de provisionamento do InvenTI, com o padrão de nome e a unidade do domínio de cada perfil
Configuração do ingresso no domínio, com as unidades permitidas e os dois modos de entrada; trechos redigidos
Esteira de máquinas, da ficha de contratação à máquina entregue
Catálogo de imagens do Windows com a procedência de cada máquina

Clique para ampliar. Telas reais da v0.080, capturadas em 26/09, com nomes fictícios.

O que decide quem entra na esteira, em que condições e em que ordem é apresentado na demonstração, sob acordo de sigilo — aqui aparece o efeito.

O painel que o gestor abre

Todo número vem com o denominador.

“100% sobre zero chamado” é o verde mais perigoso de um painel. Aqui a base aparece ao lado da taxa, sempre.

Painel Operação e Horas: filas por técnico, escalas e triagem guiada
  • Cada fila mostra a carga por técnico — e a linha «sem responsável», que é onde o chamado esquecido mora.
  • A escala diz quando não há escala: «sem escala, não há plantão» — o acionamento fora do horário não encontra ninguém, e a tela avisa antes.
  • A triagem guiada com a base ao lado: «0 de 76 sessões terminaram com a pessoa dizendo que resolveu». Taxa sem base é o verde mais perigoso do painel.
Onde o chamado vira dinheiro

O custo da troca, repartido — e a trava jurídica na tela.

Custo do episódio de troca na ficha do ativo
  • O episódio inteiro tem preço, repartido entre colaborador, centro de custo e o que ainda está pendente de decisão.
  • A regra da CLT está escrita na tela: “Culpa (art. 462 §1º) — o desconto ao colaborador exige cláusula contratual prévia. Sem ela, o custo vai ao centro de custo.”
  • A vida do ativo liga os chamados, a troca de equipamento e as manutenções — com peça e custo — na mesma ficha.

Um produto que desconta do salário sem checar a cláusula cria passivo trabalhista para o cliente. Este avisa antes.

Uma esteira, não sete integrações

Da nota fiscal ao certificado de descarte.

As etapas conversam porque são a mesma base — não porque um conector as sincroniza. Não há duas verdades para conciliar.

A nota fiscal

A compra chega — e o ativo nasce do documento fiscal, não de um cadastro de memória.

O InvenTI lê a NF-e pelo XML ou pelo DANFE em PDF, de qualquer fabricante, e transforma cada item em ativo com valor, fornecedor, data de compra e garantia. A depreciação passa a contar dali.

fica registradoA nota de origem de cada item — e ela é teto: o inventário nunca tem mais itens do que a compra trouxe.

Patrimônio, etiqueta e CMDB

Cada item ganha número de patrimônio, dono financeiro e lugar no mapa.

O patrimônio sai numerado pelo tipo do item — notebook, monitor, memória, SSD — em sequência, direto da nota. Série, modelo e fabricante chegam pelo agente e se atualizam sozinhos; o ativo já nasce como item de configuração no CMDB.

fica registradoO centro de custo de quem pagou — que segue o item mesmo na máquina de outro setor, com alerta ao movimentar.

A autorização

Máquina que ninguém aprovou não recebe a configuração de ninguém.

Antes do preparo, o ativo precisa estar cadastrado e aprovado pela TI. Máquina desconhecida que aparece fica pendente, e o InvenTI abre sozinho a requisição de validação para o time responsável.

portãoA tentativa fica na trilha. Só segue o que a TI aprovou; o critério completo é apresentado na demonstração, sob acordo de sigilo.

O agente prepara a máquina

Do Windows recém-instalado ao colaborador produtivo, sem técnico ao lado.

O agente aplica o perfil definido no servidor — nome, aplicativos por cargo, departamento ou projeto, e o ingresso no domínio — a partir da tela de logon. A senha de domínio é digitada pela própria pessoa, no diálogo do Windows; se a máquina reiniciar, o preparo retoma de onde parou.

fica registradoO certificado de saída: aplicativos, build do Windows, drivers, Secure Boot e TPM, selados com hash no próprio ativo.

A entrega

A máquina chega com dono — e com assinatura.

O colaborador assina o termo de aceite, vinculado ao ativo, e o equipamento passa a constar no nome dele. Periféricos entregues junto ficam custodiados no mesmo inventário.

fica registradoO termo assinado, com data — e, dali em diante, cada custo do equipamento tem a quem responder.

Uso monitorado

A máquina trabalha — e o agente acompanha sem ninguém pedir.

Presença a cada ~20 s, inventário completo a cada ~30 min, saúde de disco, bateria e temperatura. O que sai do normal vira evento; quando a pessoa reclama, o chamado nasce sobre a máquina certa, já triado com a causa provável, e o técnico abre o acesso remoto de dentro dele.

fica registradoCada ação no endpoint, com o risco mostrado antes do clique — e, se estiver bloqueada, o motivo.

Manutenção

Consertar ou trocar deixa de ser palpite.

O chamado de manutenção entra no histórico do ativo, com a garantia e o contrato ao lado. A decisão vem com a conta: orçamento contra valor de reposição, com o limite de reparo escrito.

fica registradoCada defeito volta para o ativo, para o modelo e para o custo.

Troca ou devolução

O equipamento volta — e a responsabilidade só se encerra depois da inspeção.

Quem recebe uma máquina nova já tem a coleta da antiga aberta pelo catálogo, com o termo de recebimento ligado ao equipamento anterior. Pessoa desligada com a máquina ainda em uso vira pendência, com severidade. Na volta, a inspeção classifica a avaria antes de baixar o termo; se houver cobrança, ela nasce pendente, nunca aprovada.

fica registradoO motivo do retorno — que vira métrica de qualidade por modelo.

Sanitização e descarte

O dado é apagado — e existe prova disso.

Método, responsável e data ficam registrados, e o InvenTI emite o certificado de sanitização e descarte em PDF, verificável por hash, conforme NIST SP 800-88 e LGPD. Peças que sobrevivem voltam ao estoque apontando para a máquina de origem.

fica registradoA resposta à auditoria: o que foi apagado, quando e por quem.

O laço fecha

O defeito por modelo encontra o dinheiro do parque.

Cada manutenção volta ao modelo e ao valor pago por ele. A próxima compra passa a ter um número por trás, em vez de impressão.

resultadoVocê vê qual modelo dá mais defeito e quanto ele já custou — antes de assinar o próximo pedido.

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etapa que o produto executa portão de autorização — só segue o que a TI aprovou

Ver o que acontece em cada etapa →

O diferencial que sobrevive ao escrutínio

Qual modelo de notebook está me custando dinheiro?

Todos os números abaixo saem da mesma base, capturada em 18/08. Um parque de 78 ativos e R$ 0,6 milhão imobilizado.

O parque

78 ativos · 56 em uso · 17 disponíveis · 5 em manutenção.

R$ 0,6M imobilizado · R$ 0,1M de depreciação acumulada

O que já venceu

16 equipamentos com garantia vencida e 2 expirando — sem ninguém precisar abrir planilha para saber quais.

1 obsoleto (5+ anos) · 2 com problemas

A fila que isso gera

145 chamados na operação: 79 incidentes, 41 requisições, 6 problemas e 19 mudanças.

7 sem responsável em toda a operação

Onde o parque se concentra

modelomáquinas
Avell B.ON LITE NEW i5-1235U11
ThinkPad T14 Gen 44
ThinkPad E14 Gen 54
ThinkCentre M70q4

Painel de 18/08, cartão “Modelos de Equipamento — top por volume”. ⚠ É volume de máquinas, não contagem de defeito.

E um episódio, com a conta que o justifica

PAT-001082 — tela trincada, não ligavalor
Orçamento da assistência (tela + carcaça)R$ 3.100
Valor de reposição do equipamentoR$ 4.200
Relação — acima do limite de reparo73,8%
Custo do episódio de troca, pendente de decisãoR$ 1.250

A troca saiu mais barata que o conserto, e o número que sustenta essa frase está na tela, ao lado da decisão — não numa planilha que alguém montou depois.

🔴 O que esta página ainda não prova

A tabela anterior cruzava incidentes por modelo com o valor comprado daquele modelo — 17 incidentes num parque de R$ 84 mil. Aquele número vinha da bateria bateria-rank-e-recorrencia, sobre uma base de 119 ativos. Não é a base de 18/08, e nenhuma das capturas de 18/08 mostra esse cruzamento.

Publicar os dois lado a lado seria somar números de parques diferentes. Para a tabela voltar, é preciso rodar a bateria sobre a base de 18/08 — ou capturar a tela que faz o cruzamento, se ela existir.

E o que ninguém deveria omitir

Medir defeito por modelo não é novidade: o GLPI faz de fábrica e de graça. O que ninguém fecha é o laço no dinheiro. E o limite também é nosso: o InvenTI ainda não bloqueia a próxima compra do modelo que dá defeito — o elo com o fornecedor e a ordem de compra está na fila.

Ver a página inteira →

Como se cobra · piloto

Quer ver isso rodando com o seu parque?

Cobra-se por dispositivo, não por técnico. E a conversa começa por uma pergunta só: quantas pessoas abrem e tratam chamado na sua ferramenta hoje?

🔴 A página de preços está bloqueada até a tabela de pacotes ser reconciliada com o catálogo de módulos. Publicar preço antes disso é publicar uma promessa que o produto não cumpre do jeito que ela é lida.

Agendar uma conversa

Antes da conversa: RMM, ITSM, CMDB, PSA, MSP — o que é cada coisa e o que o InvenTI entrega em cada uma.

Antes de marcar a conversa

As perguntas que aparecem na reunião.

O InvenTI substitui o meu ERP?

Não. O ERP continua fechando o balanço. O InvenTI lê a nota fiscal, deprecia, rateia por centro de custo e dá baixa no ativo — o que o ERP não faz no nível do equipamento, e é onde o dinheiro se perde.

Preciso trocar meu help desk para usar o inventário?

Não de uma vez. O produto atravessa o ciclo inteiro, mas entra pela porta que dói primeiro — inventário, chamado, fiscal ou acesso remoto. Quem entra por uma porta costuma abrir a segunda sozinho, quando vê o mesmo registro dos dois lados.

O agente roda em Linux e em macOS?

Windows e Linux têm agente próprio; celulares Android entram pelo módulo de MDM. macOS ainda não tem agente próprio — e está escrito aqui em vez de na terceira reunião.

Funciona sem internet, em rede fechada?

Sim. A instalação é on-premise: o servidor roda dentro da rede do cliente e o agente fala com ele. Alcançar máquina que está fora da rede depende de um endereço público configurado — é escolha de infraestrutura, não recurso à parte.

Como vocês provam o que afirmam nesta página?

Cada número publicado é reconferido por uma bateria de medição contra o produto vivo: a peça que afirmar número que o código contradiz reprova automaticamente. São 348 baterias, e cada uma carrega um controle negativo — ela prova que reprovaria se a proteção que mede fosse removida. Medição sem controle negativo aprova até o que foi apagado.

O acesso remoto grava a sessão?

Sim, e a sessão fica ligada ao chamado que a motivou, com consentimento do usuário e trilha de quem entrou. Acesso sem chamado que o justifique é exatamente o que uma auditoria procura.

E se eu já uso Intune?

Continue usando. O InvenTI lê o Intune e mostra a pergunta que ele não responde sobre si mesmo: quais máquinas ele não enxerga — e quais o inventário ainda não conhece. É leitura, não disputa: nada é escrito no seu tenant.

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