ITSOS

Como funciona

Um ativo entra pela nota fiscal e sai com certificado de descarte.

No meio, ele foi preparado, entregue, usado, atendido, devolvido e sanitizado — e cada uma dessas coisas aconteceu sobre o mesmo registro. Não há duas bases para sincronizar.

A nota fiscal

A compra chega — e o ativo nasce do documento fiscal, não de um cadastro de memória.

O InvenTI lê a NF-e pelo XML ou pelo DANFE em PDF, de qualquer fabricante, e transforma cada item em ativo com valor, fornecedor, data de compra e garantia. A depreciação passa a contar dali.

fica registradoA nota de origem de cada item — e ela é teto: o inventário nunca tem mais itens do que a compra trouxe.

Patrimônio, etiqueta e CMDB

Cada item ganha número de patrimônio, dono financeiro e lugar no mapa.

O patrimônio sai numerado pelo tipo do item — notebook, monitor, memória, SSD — em sequência, direto da nota. Série, modelo e fabricante chegam pelo agente e se atualizam sozinhos; o ativo já nasce como item de configuração no CMDB.

fica registradoO centro de custo de quem pagou — que segue o item mesmo na máquina de outro setor, com alerta ao movimentar.

A autorização

Máquina que ninguém aprovou não recebe a configuração de ninguém.

Antes do preparo, o ativo precisa estar cadastrado e aprovado pela TI. Máquina desconhecida que aparece fica pendente, e o InvenTI abre sozinho a requisição de validação para o time responsável.

portãoA tentativa fica na trilha. Só segue o que a TI aprovou; o critério completo é apresentado na demonstração, sob acordo de sigilo.

O agente prepara a máquina

Do Windows recém-instalado ao colaborador produtivo, sem técnico ao lado.

O agente aplica o perfil definido no servidor — nome, aplicativos por cargo, departamento ou projeto, e o ingresso no domínio — a partir da tela de logon. A senha de domínio é digitada pela própria pessoa, no diálogo do Windows; se a máquina reiniciar, o preparo retoma de onde parou.

fica registradoO certificado de saída: aplicativos, build do Windows, drivers, Secure Boot e TPM, selados com hash no próprio ativo.

A entrega

A máquina chega com dono — e com assinatura.

O colaborador assina o termo de aceite, vinculado ao ativo, e o equipamento passa a constar no nome dele. Periféricos entregues junto ficam custodiados no mesmo inventário.

fica registradoO termo assinado, com data — e, dali em diante, cada custo do equipamento tem a quem responder.

Uso monitorado

A máquina trabalha — e o agente acompanha sem ninguém pedir.

Presença a cada ~20 s, inventário completo a cada ~30 min, saúde de disco, bateria e temperatura. O que sai do normal vira evento; quando a pessoa reclama, o chamado nasce sobre a máquina certa, já triado com a causa provável, e o técnico abre o acesso remoto de dentro dele.

fica registradoCada ação no endpoint, com o risco mostrado antes do clique — e, se estiver bloqueada, o motivo.

Manutenção

Consertar ou trocar deixa de ser palpite.

O chamado de manutenção entra no histórico do ativo, com a garantia e o contrato ao lado. A decisão vem com a conta: orçamento contra valor de reposição, com o limite de reparo escrito.

fica registradoCada defeito volta para o ativo, para o modelo e para o custo.

Troca ou devolução

O equipamento volta — e a responsabilidade só se encerra depois da inspeção.

Quem recebe uma máquina nova já tem a coleta da antiga aberta pelo catálogo, com o termo de recebimento ligado ao equipamento anterior. Pessoa desligada com a máquina ainda em uso vira pendência, com severidade. Na volta, a inspeção classifica a avaria antes de baixar o termo; se houver cobrança, ela nasce pendente, nunca aprovada.

fica registradoO motivo do retorno — que vira métrica de qualidade por modelo.

Sanitização e descarte

O dado é apagado — e existe prova disso.

Método, responsável e data ficam registrados, e o InvenTI emite o certificado de sanitização e descarte em PDF, verificável por hash, conforme NIST SP 800-88 e LGPD. Peças que sobrevivem voltam ao estoque apontando para a máquina de origem.

fica registradoA resposta à auditoria: o que foi apagado, quando e por quem.

O laço fecha

O defeito por modelo encontra o dinheiro do parque.

Cada manutenção volta ao modelo e ao valor pago por ele. A próxima compra passa a ter um número por trás, em vez de impressão.

resultadoVocê vê qual modelo dá mais defeito e quanto ele já custou — antes de assinar o próximo pedido.

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etapa que o produto executa portão de autorização — só segue o que a TI aprovou

E dentro de cada etapa?

Cada uma das dez tem um módulo por trás, com a tela real e a cena de uso.

Ver os módulos Ver o laço do dinheiro