O que você tem
Gestão de ativos: hardware, software, licenças e contratos, do tombamento ao descarte — com valor, garantia e responsável.
No InvenTI: o ativo nasce da nota fiscal, deprecia e devolve a licença quando sai →
Inventário sozinho cadastra computador. O InvenTI liga usuário → chamado → ativo → serviço → contrato → automação num eixo só.
O chamado chega sem dizer de qual máquina fala.
Aqui ele nasce sobre o ativo — com patrimônio, garantia e custo dentro. Ninguém procura a planilha antes de atender.
O inventário é um retrato de três meses atrás.
O agente reporta presença a cada ~20 s e relê hardware, software e licenças a cada ~30 min. O documento não envelhece.
O técnico pediu acesso e ninguém sabe o que ele fez.
A sessão abre de dentro do chamado, com consentimento do usuário e trilha de quem entrou, quando e o que rodou.
Ninguém sabe qual imagem tem naquela máquina.
A imagem do Windows sai com o agente dentro: a máquina aparece no inventário no primeiro boot, com a procedência registrada.
O custo do parque não fecha com a contabilidade.
A nota fiscal é a origem do ativo: valor, garantia, fornecedor e centro de custo saem dela — e a depreciação anda sozinha.
Aprovaram a mudança, mas ninguém sabe quem.
Toda ação que muda algo passa por aprovação embarcada com segundo fator, e o teto de alçada viaja junto com a aprovação.
A máquina foi entregue, mas ninguém prova como ela saiu.
O certificado de saída registra, com hash, os aplicativos, a build do Windows, os drivers, o Secure Boot e o TPM — em HTML e PDF selados no próprio ativo.
Qualquer máquina que aparece já quer entrar no domínio.
Só ativo cadastrado e aprovado no servidor recebe o perfil — nome, aplicativos e ingresso no domínio, aplicados pelo agente. Máquina desconhecida fica pendente, com a tentativa na trilha.
A gravação do acesso remoto ocupa disco e ninguém confia nela.
Grava só com o aceite da pessoa — o técnico não consegue aceitar por ela —, tarja o dado sensível na origem e sela MP4 e prints com hash. O bruto sai e a prova fica: −99,9 % de espaço.
A rede oscilou e o técnico perdeu a sessão remota.
Medido no laboratório: com 5 s de queda a sessão volta em 2,1 s; com 30 s, em 5,2 s — antes, não voltava. A retomada já está no agente publicado.
O alerta disparou cem vezes e virou cem chamados.
Aqui a repetição vira uma linha com contagem, e o episódio que derruba um serviço vira um incidente só — com o serviço afetado já identificado.
A pessoa saiu da empresa e o notebook continua ligado.
Conta desligada com a máquina em uso vira pendência com severidade — e, quando alguém recebe um equipamento novo, a coleta do antigo já nasce aberta.
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RMM, ITSM, CMDB, PSA, MSP — o que é cada coisa e o que o InvenTI entrega →
Pense na TI como uma cidade. O ITAM cuida dos recursos: o que existe, onde está e quanto custa. O ITOM acompanha o que está acontecendo: o que está no ar, o que caiu, o que está piorando. O ITSM é o atendimento: como o pedido chega, quem resolve e em que prazo.
Gestão de ativos: hardware, software, licenças e contratos, do tombamento ao descarte — com valor, garantia e responsável.
No InvenTI: o ativo nasce da nota fiscal, deprecia e devolve a licença quando sai →
Operação da infraestrutura: acompanhar cada máquina, perceber o problema cedo e automatizar a resposta de rotina.
No InvenTI: agente em cada máquina, presença a cada ~20 s e autorreparo com desfazer →
Gestão de serviços: incidente, requisição, problema e mudança, com prazo, aprovação e histórico.
No InvenTI: o chamado nasce triado, sobre o ativo, com o prazo carimbado →
O agente detecta o sinal antes de alguém ligar: o serviço que parou, o disco enchendo.
O chamado nasce com a máquina, o que já foi tentado e a instrução de primeiro nível — e o prazo começa a contar.
Qual é o ativo, se está na garantia, que contrato o cobre e quanto já custou — ao lado da decisão de consertar ou trocar.
ITAM mostra o que você tem. ITOM mostra o que está acontecendo. ITSM resolve e entrega o serviço.
Em ferramentas separadas, cada uma tem a sua lista de máquinas — e as listas discordam. Aqui o inventário é o CMDB, e o agente o mantém.
O alerta que chega sem dono vira ruído. Aqui ele vira chamado sobre o ativo certo, na fila certa, com o que já foi tentado.
Qual modelo dá mais defeito e quanto já custou: a conta sai do registro, não de três exportações cruzadas numa planilha.
Quem pediu, quem aprovou e o que rodou na máquina ficam na mesma trilha do chamado e do ativo.
Não é juntar três telas: é uma base só — o dado entra uma vez, e ativo, operação e atendimento leem o mesmo registro.
E na sua operação: a TI ainda está dividida em siglas separadas, ou já enxerga ativos, operações e serviços de uma vez?
Clique num número do painel e vem a lista; clique numa linha e vem o chamado — com o ativo, a garantia e o custo dentro. É a cena de trinta segundos que decide a conversa.
Clique para ampliar. Telas reais, capturadas em 18/08 sobre a base de demonstração.
A nota fiscal eletrônica é a origem do ativo: valor, garantia, fornecedor e patrimônio saem dela. O agente mantém o resto.
Sessão a partir do chamado, com agente próprio; a imagem do Windows sai com o agente dentro e a máquina aparece no primeiro boot.
O agente detecta o sinal antes de o usuário ligar, e o chamado nasce já triado, com a instrução de primeiro nível.
Aprova-se a campanha, nunca a linha — cada etapa deixa quem aprovou, com segundo fator, e o teto viaja com a aprovação.
Qual modelo dá defeito, quanto ele já custou e quanto ainda está na garantia — ao lado da decisão, não numa planilha depois.
Quem pediu, quem aprovou, o que rodou na máquina e com que resultado — e o termo assinado por provedor externo.
Seis frentes que costumam ser seis ferramentas — aqui, uma base só: o dado entra uma vez e cada tela lê o mesmo registro.
No suporte, ela é a Zeladora de Eventos, Fluxos e Ativos. Na infraestrutura, o Zero-touch Endpoint Flow Assistant.
Quando o chamado chega, alguém precisa procurar de qual máquina ele fala — e a resposta depende de a planilha estar atualizada.
Ele foi verdade no dia em que alguém passou de mesa em mesa. Desde então, a frota andou e o documento não.
O time de imagem sabe o que produziu; ninguém sabe onde aquilo foi parar — e a máquina que dá problema é sempre a que ninguém consegue identificar.
Depreciação, garantia e centro de custo moram em lugares diferentes do equipamento que eles descrevem.
Nenhuma delas é falta de ferramenta: é o que acontece quando cinco ferramentas cuidam de um ciclo só.
Presença
o agente reporta que a máquina está viva a cada ~20 s
Comando
do clique no portal à execução no endpoint, medido em rede local
Inventário completo
hardware, software e licenças relidos a cada ~30 min
O que vem junto e o que é à parte — módulo a módulo, com o limite de cada um escrito na página.
Como as partes se ligam: da nota fiscal ao certificado de descarte, sem redigitar.
Qual modelo está custando dinheiro — e o limite que ninguém deveria omitir.
Posso deixar rodar nas minhas máquinas? O que se pode dizer antes do NDA.
Dá para eu revender isto? Multi-empresa, cobrança por dispositivo.
A planilha que calcula só com o seu número — e nunca preenche por você.
Está na home de propósito. Cada linha veio da auditoria do produto, não do marketing — e é o que dá crédito ao resto.
Quatro produtos, um ecossistema. O InvenTI governa o ativo; os outros três cuidam da máquina antes, durante e depois dela.
Chamado sem dono, inventário em que ninguém confia, acesso remoto sem trilha e custo de TI espalhado em planilhas.
Resultado: chamado, inventário, acesso remoto, implantação e custo na mesma base. Cada ativo tem custo, responsável, garantia e histórico — e o chamado herda tudo isso no instante em que nasce.
Cada máquina nova vira um projeto: imagem, drivers, aplicativos — e o inventário fica para depois.
Resultado: uma imagem de referência por modelo, com o agente do InvenTI dentro. A máquina entra no inventário no primeiro boot — instalação deixa de ser um projeto à parte do inventário.
.WIM por SHA-512, com esteira de
produção provada ponta a ponta.
O Windows não sobe, o boot quebrou, e a saída de sempre é formatar e perder o dia — e os dados.
Resultado: a máquina volta no próprio lugar. O Recovery Suite roda no ambiente de recuperação do Windows, onde nenhum agente alcança, e o técnico escolhe na tela em vez de digitar comando.
Aplicativo de área de trabalho da mesma família: trata disco, arquivo e velocidade como um problema só, com o ajuste certo por arquitetura de mídia — NVMe, SSD, disco mecânico e pendrive não se comportam igual, e tratá-los igual é o que faz uma cópia levar o dobro do tempo ou um reparo piorar o disco.
A conversa começa por uma pergunta só: quantas pessoas abrem e tratam chamado na sua ferramenta hoje? Se quiser chegar com o número na mão, a planilha calcula com o seu — e nunca preenche por você.