ITSOS
Glossário da operação de TI

O que é cada coisa — e o que o InvenTI entrega.

RMM, ITSM, CMDB, PSA, MSP… A TI de uma empresa costuma ser operada por três a seis ferramentas desconectadas, cada uma com uma sigla. Aqui está o que cada sigla significa, o que o InvenTI faz em cada uma e — com a mesma franqueza — o que ainda está em desenvolvimento.

  • Entregue existe no produto, com tela ou bateria de teste que prova
  • Em parte o núcleo existe; o que falta está escrito ao lado
  • Em desenvolvimento especificado, ainda não entregue
  • Não fazemos fora do escopo do produto — e dizemos o que fazemos ao lado
Uma frase por termo

Onze termos, onze respostas diretas.

Cada ficha responde três perguntas: o que é, o que o InvenTI entrega (só o que existe hoje) e por que faz diferença estar na mesma base que o resto.

RMM

Entregue
Remote Monitoring and Management

O que é

Monitorar a saúde de cada computador e agir nele à distância, por um agente instalado na máquina.

O que o InvenTI entrega

Agente próprio para Windows e Linux: presença a cada ~20 s, inventário completo a cada ~30 min e ação em ~0,2 s. Coleta de saúde (CPU, memória, disco, bateria, temperatura e a saúde do disco), sinais do sistema como tela azul e desligamento inesperado, limiares que viram evento, e o silêncio de uma máquina crítica também vira evento. Acesso remoto, implantação e autorreparo no mesmo agente — que se atualiza pela própria esteira, em anéis, e é homologado em máquina real Windows e Linux.

Em desenvolvimento: monitores por política herdados por cliente e grupo (serviço, processo, evento do Windows), central de monitoramento com fila por impacto e o «normal» de cada máquina no alerta.

Por que numa base só

O alerta nasce sobre o ativo do inventário e segue pelo mesmo funil do chamado — ninguém copia o nome da máquina de um console para outro.

Agente de endpoint →

MSP

Em parte
Managed Service Provider

O que é

A empresa que presta o serviço de TI gerenciado a vários clientes, com contrato e prazo combinados.

O que o InvenTI entrega

A fronteira do cliente no próprio banco: cada consulta fica presa ao cliente de quem pergunta. Hora apontada por chamado e contrato com franquia, mínimo faturável e excedente. Um técnico atende vários clientes sem trocar de console.

Em desenvolvimento: a mesma fronteira na telemetria e nos eventos do monitoramento, e login SAML com um provedor de identidade por cliente (hoje: OIDC / Entra ID).

Por que numa base só

Contrato, chamado, máquina e hora trabalhada do mesmo cliente se encontram sem planilha — e o dado de um cliente não aparece para outro.

InvenTI para MSP →

ITSM

Entregue
IT Service Management

O que é

A organização do atendimento de TI: incidentes, requisições, problemas, mudanças, catálogo de serviços e prazos (SLA).

O que o InvenTI entrega

Central de Serviços com catálogo, alçada de aprovação, SLA com escalonamento e base de conhecimento. A triagem grava a causa provável antes de o técnico abrir o chamado; a distribuição diz por que ele foi para aquela pessoa. Mudança com escada de risco e janela, e a matriz de responsabilidades (RACI) versionada por processo.

Limite: a triagem é por regra, conferível — não é IA generativa. Abertura por chat (Slack/Teams) ainda não; feriado ainda não entra no cálculo do SLA.

Por que numa base só

O chamado já nasce com a máquina, os chamados anteriores, a garantia e o serviço afetado. O técnico não começa perguntando «qual é o seu computador?».

Central de Serviços →

ITAM

Entregue
IT Asset Management

O que é

Saber, ao longo da vida de cada ativo de TI, quem tem, quanto custou, que licença usa e quando sai.

O que o InvenTI entrega

Inventário que nasce da nota fiscal e que o agente mantém em dia; entrega com termo assinado; licenças reconciliadas com o que está instalado — a pessoa vê «você já tem esta licença» antes de pedir outra; custos rateados por centro de custo, com vigência; e descarte com certificado de sanitização.

Por que numa base só

O custo do ativo, o dono e cada chamado aberto sobre ele ficam na mesma ficha — é o que responde «qual modelo está me custando dinheiro?».

Inventário e CMDB →

CMDB

Entregue
Configuration Management Database

O que é

O mapa do que sustenta o quê: qual servidor, rede ou máquina mantém cada serviço de negócio de pé.

O que o InvenTI entrega

O inventário é o CMDB. Serviços de negócio descem até os serviços técnicos e os itens de configuração, e cada relação guarda de onde veio (quem afirmou, e com que prova). Um alerta sobe até o serviço afetado e vira um incidente só.

Limite: o que é descoberto sem agente entra por reconciliação — não cria relação sozinho.

Por que numa base só

CMDB mantido à mão envelhece no dia seguinte. Aqui quem o mantém vivo é o mesmo agente que faz o inventário.

Inventário e CMDB →

PSA

Entregue
Professional Services Automation

O que é

O lado de negócio de quem presta serviço de TI: contratos, horas, projetos e faturamento.

O que o InvenTI entrega

Hora apontada no próprio chamado; contrato com franquia, mínimo faturável e taxa de excedente; horas não faturáveis (retrabalho, cortesia, garantia) separadas e visíveis; fechamento que trava o passado. Projetos e quadro de tarefas no mesmo produto.

Não faz: emissão de nota fiscal e cobrança — o relatório de horas alimenta o seu financeiro. Em desenvolvimento: faturamento consolidado de vários clientes do MSP.

Por que numa base só

A hora cobrada está no mesmo chamado que tem o SLA e a máquina atendida — o relatório ao cliente sai da operação, não de uma planilha refeita no fim do mês.

InvenTI para MSP →

SOC/EDR

Não fazemos
Security Operations Center · Endpoint Detection and Response

O que é

O SOC é a equipe que vigia ameaças; o EDR é o software que detecta e responde a ataques em cada máquina.

O que o InvenTI entrega ao lado

O InvenTI não é um EDR e não tem motor de detecção de ameaças. Ele cuida da postura em volta: criptografia de disco por máquina, senha de administrador local única e trocada sozinha, varredura e atualização do antivírus instalado disparadas pelo agente, presença do EDR conferida no primeiro logon de domínio, e a trilha de auditoria.

Por que numa base só

O EDR diz que algo está errado. O InvenTI diz em qual ativo, de quem é, que serviço ele sustenta — e o alerta externo entra pelo funil de eventos e vira chamado.

Segurança do endpoint →

Acesso remoto

Entregue
Remote access / remote support

O que é

Ver e operar a tela de outra máquina à distância, para resolver sem ir até ela.

O que o InvenTI entrega

Windows e Linux, aberto a partir do chamado. A pessoa aprova na própria tela — inclusive na tela de bloqueio. A gravação só acontece com aviso e aceite, e dado sensível é tarjado na própria máquina. Fica a trilha de quem entrou, quem aprovou e o que fez.

Limite: ainda não fazemos multi-monitor nem H.265.

Por que numa base só

Sessão ligada ao chamado e ao ativo é sessão explicável: a auditoria sabe por que alguém entrou, não só que entrou.

Acesso remoto →

Automação

Entregue
Deploy · autorreparo · provisionamento

O que é

O sistema faz sozinho o trabalho repetido — instalar, corrigir, preparar máquina — dentro de regras que a TI aprovou.

O que o InvenTI entrega

Loja de aplicativos homologados, com implantação em anéis (grupo piloto primeiro, depois o resto, com pausa e volta). Autorreparo com teto, fora do expediente, sem nada que interrompa a pessoa e com desfazer. Reparo de aplicativo em degraus. Provisionamento por cargo, departamento ou projeto.

Em parte: o provisionamento zero-touch ingressa no domínio só com linha de visão para o controlador do cliente (on-premise).

Por que numa base só

Automação que conhece o ativo — modelo, dono, criticidade — decide menos às cegas, e cada ação deixa evidência no chamado.

Loja e deployer →

Omnichannel

Em parte
Atendimento por vários canais

O que é

Receber pedidos por vários canais e tratá-los numa fila só, com o histórico junto.

O que o InvenTI entrega

Abertura pelo portal, pelo catálogo, por e-mail e pela própria máquina. Avisos por Teams, e-mail e na tela do computador. O núcleo de canais guarda cada credencial em cofre, tem um interruptor por conta e limita o que cada canal pode pedir conforme o nível de autenticação de quem fala.

Em desenvolvimento: abertura por chat e mensageiros sobre esse núcleo.

Por que numa base só

O canal muda; o chamado é o mesmo, sobre o mesmo ativo, com a mesma fita de atendimento.

Central de Serviços →

ZEFA · IA

Entregue
A inteligência do InvenTI

O que é

A assistente de IA do InvenTI: acompanha chamados, ativos e configurações e ajuda quem pede e quem atende.

O que o InvenTI entrega

Autoatendimento em que a ZEFA testa a máquina e tenta o reparo seguro antes do chamado; respostas que reproduzem o número de uma tela do produto; sugestão de comandos de uma biblioteca catalogada. Cada tipo de ação tem um degrau de alçada — ela não age sozinha — e roda no seu ambiente.

Em andamento: respostas conferidas sobre acesso remoto, automação, custos e MSP.

Por que numa base só

IA que só lê o texto do chamado adivinha. A ZEFA lê o ativo, o histórico e a saúde da máquina — e diz que não sabe quando nenhuma tela mostra o dado.

Conheça a ZEFA →
RMM com IA

O que muda quando o monitoramento ganha contexto.

RMM com IA é um núcleo de monitoramento, inventário, diagnóstico e gerenciamento remoto que coleta sinais das máquinas, correlaciona eventos, antecipa problemas, sugere ou executa ações controladas — e registra o ciclo inteiro no atendimento, no inventário, no CMDB e na auditoria. A última coluna diz onde o InvenTI está em cada linha.

Comparação por categoria, não por fornecedor.
CaracterísticaRMM tradicionalRMM com IANo InvenTI hoje
MonitoramentoMétricas e regras fixasRegras combinadas com padrões e contexto Em parte
Limiares sobre o ativo que já tem modelo, dono e serviço. O «normal» de cada modelo aparece no relatório de saúde; no alerta, está em desenvolvimento.
AlertasCada condição gera um alertaCorrelação e redução de ruído Entregue
A repetição vira uma linha com contagem, e o episódio que afeta um serviço vira um incidente só.
DiagnósticoO técnico investiga à mãoA IA sugere a causa provável Entregue
A triagem grava no chamado a causa provável e o que falta medir — por regra conferível, não por IA generativa.
ScriptsEscritos pelo técnicoPodem ser sugeridos pela IA Entregue
A ZEFA sugere comandos de uma biblioteca catalogada; o que muda a máquina passa pela alçada do tipo de ação.
PrevençãoLimiares e políticasAnomalias e previsão de falhas Em parte
Saúde do disco e da bateria, projeção de «cheio em ~N dias» e um índice preditivo explicável. Previsão guardada no tempo: em desenvolvimento.
ChamadosAbertos por regraClassificação e enriquecimento com contexto Entregue
O chamado nasce com a máquina, os chamados anteriores, o contrato, o serviço afetado e as ações remotas já feitas.
AçãoAutomação pré-configuradaAutomação adaptativa com limites Entregue
Autorreparo com teto, fora do expediente e com desfazer; implantação em anéis com pausa e volta.
RiscoAção previsívelExige controle sobre as decisões do modelo Entregue
Degraus de alçada, segundo fator para agir na máquina, trilha do que foi sugerido, aprovado e executado — e uma régua de perguntas antes de cada versão da ZEFA.

Arraste a tabela para o lado para ver todas as colunas.

Por que uma base só

O custo de seis ferramentas que não se conhecem.

Cada ferramenta separada funciona bem sozinha. O custo aparece entre elas — no dado que precisa ser copiado, na pergunta que ninguém consegue responder e na auditoria que vira arqueologia.

Dado duplicado

O mesmo notebook está no inventário, no service desk e no monitoramento — com três nomes e três donos. Qual está certo?

Numa base só: um registro, que o agente mantém em dia.

Chamado sem contexto

O técnico abre o chamado e começa do zero: qual máquina, qual modelo, o que já foi tentado, se está na garantia.

Numa base só: o chamado nasce sobre o ativo, com o histórico ao lado.

Alerta sem dono

O monitor dispara num console que a fila de atendimento não olha — ou dispara cem vezes, e ninguém lê a centésima.

Numa base só: o alerta entra no mesmo funil, sem repetição, com responsável.

Auditoria em pedaços

O acesso remoto está num log, a mudança em outro, o chamado num terceiro. Reconstruir a história leva dias.

Numa base só: quem fez, quem aprovou e por quê, na mesma trilha.

Custo que não fecha

Licença, contrato e manutenção vivem em planilhas separadas do ativo. A conta nunca bate com a contabilidade.

Numa base só: o custo pendurado no ativo e no centro de custo.

Conector que quebra

Cada ligação entre ferramentas é mais uma credencial, mais uma versão e mais um ponto de falha para manter.

Numa base só: não há sincronização entre módulos para quebrar.

Uma base só não obriga a trocar tudo. O InvenTI convive com o que já funciona na sua casa: o ERP continua fechando o balanço, o EDR continua caçando ameaças e, para quem já tem Intune incluso na licença Microsoft, a conversa é de complementaridade. Veja os comparativos.

Curto, médio e longo prazo

O que a operação perde sem cada serviço.

Ninguém percebe a falta de um CMDB no primeiro mês. A perda cresce devagar — e quando aparece, já custa caro. É assim que ela costuma evoluir.

Sem RMM

  1. CurtoA falha é descoberta pelo usuário, que liga reclamando.
  2. MédioDisco cheio, bateria no fim e tela azul viram parada, não aviso.
  3. LongoA TI vive apagando incêndio e não consegue planejar a troca do parque.

No InvenTI: agente com saúde da máquina e evento que vira chamado.

Sem ITSM

  1. CurtoPedido por corredor e mensagem; o prazo não é medido.
  2. MédioO mesmo problema volta toda semana e ninguém sabe a causa.
  3. LongoSem número de SLA, não há como defender a equipe nem justificar contratação.

No InvenTI: Central de Serviços com catálogo, SLA e conhecimento.

Sem ITAM

  1. CurtoNinguém sabe ao certo quem está com qual equipamento.
  2. MédioLicença comprada de novo para quem já tinha; equipamento sai com quem sai da empresa.
  3. LongoAuditoria de software ou patrimônio sem evidência — e troca de parque decidida no escuro.

No InvenTI: inventário desde a nota fiscal, termo assinado e licenças reconciliadas.

Sem CMDB

  1. CurtoUma mudança derruba algo que ninguém sabia que dependia dela.
  2. MédioCada incidente grave começa com a pergunta «o que isso afeta?».
  3. LongoO conhecimento de dependências mora na cabeça de poucas pessoas — e sai com elas.

No InvenTI: mapa de serviço mantido pelo mesmo agente do inventário.

Sem trilha de auditoria

  1. CurtoNão se sabe quem acessou a máquina de quem, nem com que autorização.
  2. MédioIncidente de segurança sem linha do tempo confiável para investigar.
  3. LongoExposição na LGPD, que exige registro das operações de tratamento (art. 37) e medidas de segurança (art. 46).

No InvenTI: trilha de quem fez, quem aprovou e o que rodou, pronta como pacote de evidência.

Sem acesso remoto auditável

  1. CurtoDeslocamento para resolver o que levaria minutos na tela.
  2. MédioFerramentas de acesso instaladas por conta própria, sem controle de quem entra.
  3. LongoUma porta de entrada que ninguém inventariou — o tipo de ferramenta que atacantes também usam.

No InvenTI: aprovação na tela da pessoa, gravação com aceite e trilha.

Sem automação

  1. CurtoCada máquina nova é configurada à mão, e sempre falta alguma coisa.
  2. MédioAtualização empurrada para todos de uma vez — e quando quebra, quebra para todos.
  3. LongoA equipe cresce na mesma proporção do parque, porque o trabalho repetido não diminui.

No InvenTI: implantação em anéis, autorreparo com desfazer e provisionamento por perfil.

Sem controle de horas e contrato

  1. CurtoHora trabalhada que não foi anotada não é cobrada.
  2. MédioO cliente contesta a fatura e não há como mostrar o que foi feito.
  3. LongoO contrato é renovado pelo preço antigo, sem saber se ele dá lucro.

No InvenTI: hora apontada no chamado e contrato com franquia e excedente.

Referências públicas: Lei nº 13.709/2018 (LGPD), artigos 37 e 46. Sobre o uso de ferramentas legítimas de acesso remoto por atacantes: alerta conjunto AA23-025A da CISA, NSA e MS-ISAC (jan/2023), em cisa.gov.

Diagnóstico em doze perguntas

Quantas destas você responde hoje, sem abrir uma planilha?

Cada pergunta aponta a parte do InvenTI que responde. Se a resposta da sua operação for «depende» ou «vou levantar», é aí que a conversa começa.

Quantas máquinas estão sem criptografia de disco agora — e de quem são?

Notebook perdido sem criptografia é vazamento de dado.

A postura de cada máquina, com o dono, no mesmo inventário.

Conformidade e postura →

Quando um disco começa a falhar, quem descobre primeiro: a TI ou o usuário?

Descobrir pela reclamação é descobrir depois da perda.

O agente acompanha a saúde do disco e o sinal vira evento, e o evento vira chamado.

Agente de endpoint →

Quem entrou remotamente na máquina do financeiro no último mês — e quem autorizou?

Acesso sem trilha é a primeira pergunta de qualquer investigação.

Toda sessão tem aprovação na tela, chamado de origem e registro do que foi feito.

Acesso remoto →

Qual modelo de notebook está custando mais em chamado e manutenção?

Sem isso, a próxima compra repete o modelo que dá problema.

Chamado, peça e custo pendurados no ativo, comparáveis por modelo.

Fiscal e custos →

Quanto tempo seu técnico gasta perguntando «qual é o seu computador?»

Cada chamado começa com um interrogatório antes do trabalho.

O chamado já nasce sobre o ativo, com a causa provável e o histórico.

Central de Serviços →

Se um servidor parar agora, quais serviços e pessoas são afetados?

Sem o mapa, o impacto é descoberto pelo telefone tocando.

O mapa de serviço sobe do item de configuração até o serviço de negócio.

Inventário e CMDB →

Quantas licenças a empresa comprou de novo para quem já tinha uma?

Licença duplicada é dinheiro que sai todo mês sem ninguém ver.

O catálogo avisa «você já tem esta licença» antes de o pedido virar compra.

Inventário e CMDB →

Quando alguém sai da empresa, o equipamento volta — ou continua em uso?

Conta desligada com máquina ligada é risco de dado e de patrimônio.

Pessoa desligada com a máquina em uso vira pendência, com severidade.

Ciclo de vida →

Quantas horas o seu time trabalhou para o cliente X este mês — e quantas eram faturáveis?

Hora não apontada é receita que some; hora sem prova é fatura contestada.

Hora apontada no chamado, com contrato, franquia e excedente.

InvenTI para MSP →

Um alerta que dispara cem vezes vira cem chamados?

Ruído demais faz a equipe ignorar o alerta que importa.

A repetição vira uma linha com contagem; o episódio vira um incidente só.

Central de Serviços →

A senha de administrador local é a mesma em todas as máquinas?

Uma senha que circula abre o parque inteiro.

Senha local única por máquina, trocada sozinha e guardada no cofre.

Segurança do endpoint →

O mesmo problema volta toda semana como chamado novo?

Chamado repetido é hora de técnico gasta no que já se sabe resolver.

A ZEFA testa a máquina e tenta o reparo seguro; se não resolver, o chamado nasce com o que foi tentado.

Autoatendimento e autorreparo →

Agendar demonstração Ver os módulos Calcular o custo do meu parque

🔴 O que esta página não afirma

O InvenTI não é um EDR nem um SOC. Os selos «em parte» e «em desenvolvimento» seguem a auditoria do produto e mudam quando ela muda. Não há aqui nenhum número de mercado: onde a perda depende do tamanho da sua operação, a conta é sua — e a planilha de custo existe para fazê-la com os seus números.