Correções conhecidas aplicadas sem abrir chamado
“Metade dos chamados é a mesma coisa, e a mesma coisa tem conserto conhecido.”
São 8h05 e o disco de uma máquina cruza o limiar de espaço livre. Ninguém ligou ainda — o usuário sequer chegou. O agente detecta o sinal, o chamado nasce já triado com a instrução de primeiro nível, e o reparo que roda é desfazível: se piorar, volta ao estado anterior, e a trilha registra as duas coisas.

Três situações que a operação reconhece.
Metade dos chamados é a mesma coisa
Hoje: Disco cheio, serviço parado, impressora sem fila. Cada um vira um chamado novo, tratado do zero por quem estiver livre.
Com o InvenTI: O que tem conserto conhecido e verificável é resolvido antes de virar fila — e o que não tem, não é tocado.
O usuário que convive com o problema
Hoje: A máquina está lenta há semanas. Ele não abre chamado porque «sempre foi assim».
Com o InvenTI: O sinal chega pelo agente, não pelo usuário: o chamado nasce sem ninguém precisar reclamar.
O conserto automático que piorou
Hoje: Uma rotina «esperta» apaga o que não devia, e não há como voltar atrás.
Com o InvenTI: Todo reparo é desfazível, e a trilha guarda o antes e o depois — o escopo é estreito por decisão, não por limitação.
Em linguagem de resultado.
Registro do que foi corrigido e em qual máquina
Escopo declarado — não tenta adivinhar
O que este módulo não faz
O escopo é estreito por decisão, não por limitação. Autorreparo largo erra em silêncio; aqui ele só age no que tem conserto conhecido e verificável.
Se hoje você já usa GLPI, Snipe-IT, Freshservice, Intune ou TeamViewer, a comparação está escrita — e cada uma começa pelo que a outra ferramenta faz bem, não pelo que falta nela.