01
O setor
Fábrica, centro de distribuição, escritório central — e uma equipe de TI que não está em nenhum dos três.
Quem compra é o gestor de TI corporativo com parque espalhado por plantas, muitas vezes com uma pessoa de campo por unidade e a operação centralizada. O vocabulário dele é planta, remessa, patrimônio, inventário anual — e a pergunta é sempre a mesma: «onde está?».
02
A dor
O inventário diz uma planta; a máquina está em outra; a remessa foi «de boca».
O ativo sai da sede para uma planta sem comprovante, o técnico local troca a máquina de um usuário e ninguém registra, e no inventário anual a contagem não bate. Descobre-se no momento errado: na garantia, na auditoria, ou quando o notebook some.
03
O que muda
Planta × real por sede, remessa com comprovante, e a ordem de configuração por vaga.
Cada sede tem planta (quantos ativos deveriam estar lá) e real (quantos o agente vê lá); a diferença aparece no mapa. A posição do agente vem com fonte e precisão declaradas (rede, Wi-Fi ou IP — não é GPS). A remessa entre sedes sai com comprovante e extrato da nota. E a chegada de um colaborador numa planta vira uma ordem de configuração com saldo de estoque, em vez de uma troca de e-mails.
04
A prova
Na base de demonstração: 12 sedes plotadas e 78 agentes com posição — cada uma com a fonte.
A rota do mapa é medida por bateria: cada sede plotável carrega coordenada e a origem dela; cada agente com posição carrega source (ip, wlan), accuracy_m e a hora da coleta. A trilha da vaga à entrega tem bateria própria. Números da base de demonstração, não de cliente.
transparênciaA posição vem da rede, com a fonte e a precisão declaradas ao lado de cada máquina — nada de chute no mapa.